quinta-feira, 16 de junho de 2016

Cinzas do passado que queimaram e ainda queimam.



E que ainda queimam ardentemente.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:



http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Veremos abaixo a história de Adão e Eva reproduzida para os dias de hoje. É bem interessante.


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 As tribulações na Igreja de Deus.   



“TEQUEL: Pesado foste na balança e achado em falta”.  Daniel, 5.27


O que significou Judas Iscariotes com relação a Jesus?

Teria sido imprescindível um traidor para que Jesus tivesse sido preso e morto?

Teria sido a traição de Judas representado um tipo de ajudal para a Redenção da Humanidade?

Existe destino pré-traçado?

O Senhor Deus conhece o futuro?


No Evangelho, tudo começou com Maria e seu amado marido José, peregrinos na pequena Belém.  Ao procurarem estadia, o casal foi rejeitado em todas as estalagens principalmente em decorrência da notável gravidez de últimos dias de Maria e, assim, na urgência, o casal foi obrigado a encontrar um abrigo, um teto. Qualquer teto serviria, forma levados a um estábulo, no qual nasceu o Filho de Deus feito homem, colocado na Terra menor que os anjos.  E assim se iniciava o Maior Evento da Terra, pela impiedade e insensibilidade do homem, tudo começou em um estábulo. As cinzas se queimaram.




Os donos das estalagens e pensões não queriam responsabilidades tais, e nem por longe chegaram a imaginar que estavam rejeitando em sua casa o próprio Messias de Deus, o Salvador da Humanidade. As cinzas se queimaram para eles.

As cinzas se queimaram, intensamente, para as inocentes vítimas no episódio Herodes,  crianças de tenra idade que o maldito assassino mandou sacrificá-las julgando estar Jesus entre elas.   O Senhor Deus o fez morrer corroído por vermes, e em público. 

"E no mesmo instante feriu-o o anjo do Senhor, porque não deu glória a Deus e, comido de bichos, expirou". Atos 12:23 

As cinzas se queimaram, também, nas tribulações ocorridas nas muitas semanas da viagem forçada de José, de sua amada mulher Maria e do filho dela Jesus pelos desertos a caminho do Egito, fugindo da maldade do homem, do maldito assassino, como também na viajem de regresso.

As cinzas continuaram se queimando, também, quando os príncipes, escribas e fariseus fizeram tudo o que puderam para barrar Jesus e sua Nova Mensagem. 

As cinzas se queimaram quando, por várias vezes os do templo tentaram assassinar a Jesus antes do tempo e, por isso, as cinzas se queimaram para o assassino em grande escala: Herodes, pois faleceu comido por vermes, e em público, 


 Jesus e sua Mensagem Renovada agrediam os usos e costumes dos homens do templo e pior, os frequentes e fantásticos milagres de Jesus estava arrebatando, progressivamente, os membros do templo que antes estiveram sempre sob a autoridade deles. Tais fariseus, por amor às coisas do mundo,  preferiam as velhas trevas em que viviam a trocá-la pela Nova Luz. Eles rejeitaram a Nova Mensagem de Deus a favor de sua antiga tradição e das honras, mordomias e prestígio mundano, prerrogativas dos seus altos cargos no templo.

Segundo a Torah, a Bíblia de Israel, o Messias viria para resgatar Israel da opressão, sendo assim, os judeus daquela época pastoril entenderam que o Messias teria de vir como um grande rei, de origem nobre, que os libertaria do secular jugo romano e faria Israel viver o domínio sobre os povos e a riqueza dos tempos de Salomão.

Na verdade, Jesus nunca se interessou em intervir nas coisas materiais da Terra, nem em política, nem mesmo no grande problema do domínio romano na Judeia. Nunca pronunciou uma só crítica condenatória quanto às dominadoras atividades romanas. Não foi para isso que havia vindo do Reino de Deus. Por isso, quando lhe perguntaram sobre a moeda de Tibério Júlio César Augusto, ele simplesmente respondeu que deviam dar as coisas de César para César e as coisas de Deus para Deus. 

Concedendo à sua Igreja o exemplo, nesse momento, Jesus revelou-se desvencilhado da política dos homens e elegeu como muito mais importante as coisas espirituais que as do mundo, por mais importantes que pareçam.  Naquele momento, Jesus condenou a futura aliança da Igreja com o poder mundano que viria a acontecer a partir do século IV, fato esse que nas gerações futuras acabou por lançar por terra, no mais profundo e fétido dos esgotos, a verdadeira identidade de Cristo na Igreja. 


Essas cinzas que se queimaram no passado, continuam a se queimar até hoje e pelo visto continuarão se queimando até o Grande Dia da Volta de Jesus. O dia D, o dia da Ressurreição de todos os mortos, a partir de Adão e Eva, quando todos serão acordados, uns para a Vida Eterna e outros sabe lá só Deus e Senhor.





As cinzas se queimaram no episódio Judas Iscariotes (Yehudhah ish Qeryoth). Escreveram alguns que Judas foi mais herói que vilão, pois, segundo eles, vendo que esforço algum fazia Jesus para  resgatar Israel das mãos dos romanos, expulsando-os da Judeia, até mesmo destruindo-os e elevando o povo aos anos de grandeza e domínio dos tempos de Canaã, tentou “forçar a barra” para tentar tirar Jesus da sua aparente inoperância. Dizem eles que Judas entendeu que se Jesus se visse acuado pelos romanos, acabaria por invocar as legiões de anjos celestes que colocariam em fuga os romanos, ou mesmo acabando com eles, o que seria o início da restauração de Israel. Assim estava profetizado:

“O seu império será grande e a paz sem
 fim sobre o trono de Davi e em seu reino.  Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora  e para sempre”. Promessas do Senhor Deus, em Isaías, 9.6.

“Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que cumprirei a boa palavra que proferi à casa de Israel e à casa de Judá. Naqueles dias e naquele tempo, farei brotar a Davi um Renovo de justiça; ele executará juízo e justiça na terra. Naqueles dias, Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente; ela será chamada Senhor, Justiça Nossa”. Jeremias, 33.14.

Quem ler Isaías, capítulo 61, terá ideia de como era esplendoroso o sonho israelita.

“Senhor, é porventura agora que ides restaurar o reino de Israel? Jesus respondeu-lhes:    “Não vos pertence saber os tempos nem o momento em que o Pai fixou em seu poder”. Atos, 1.6.

“Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam”.  Lucas, 24.21, no episódio de Jesus e os discípulos de Emaús.

“...para nos libertar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam”. Zacarias, no Evangelho, no oitavo dia de João Batista, em Lucas, 1.71.

Mas Jesus explicou bem diferente a Restauração de Israel:


 “Não virá o Reino de Deus com visível aparência... porque o Reino de Deus está dentro de voz”. Lucas, 17.20.

Então, segundo alguns escritores, Judas teria sido mais herói que vilão, pois teria defendido sua causa patriota a favor de Israel. Teria sido Judas um político atuante e um patriota acima de tudo?  Será? Acontece que essa tese é falsa, pois o Evangelho nos mostra um Judas Iscariotes gatuno; um homem mais amante do dinheiro que de sua pátria ou de Jesus:

“Então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo. Mas Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, o que estava para traí-lo, disse: Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres? Isto disse ele, não porque tivesse cuidado dos pobres; mas porque era ladrão e, tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava”.  João, 12.3.

Judas Iscariotes teve à mão todas as melhores condições para que se convertesse. Altamente privilegiado, Judas viveu por três anos ao lado do Mestre, junto ao Filho de Deus feito homem, provisoriamente posto  na Terra menor que os anjos (Hebreus, 2.9), assistindo a todo tipo de milagres que incontestavelmente legitimaram a Jesus como o Messias prometido. Ouviu as pregações dele, as inefáveis promessas como diria em João, 14.1 e 2, tudo absolutamente pertinentes à Nova Mensagem de Deus para a Humanidade, e só não se converteu porque não quis. Judas lançou por terra toda essa grandiosidade de Deus citada, preferindo apegar-se às coisas materiais.

Vamos ver o episódio Judas e a traição de Jesus, sob vários aspectos:

O que significou Judas? Teria Jesus escolhido Judas já sabendo de antemão que iria trai-lo? Teria o Senhor Deus criado Judas já condicionado a trair Jesus?

Está Escrito que tanto os anjos como os homens e mulheres foram criados com autonomia de procedimentos, ou seja, com livre arbítrio para realizar o que quiserem segundo a sua vontade e sua capacidade, e assim, se o Criador tivesse criado Judas já com a maldição de trair a Jesus,  o Mestre, poderia ser visto por nós como um mero incoerente. Da mesma forma, se Jesus tivesse escolhido Judas a fim de traí-lo, teria sido, também, um incoerente e Judas teria de ser inocentado de quaisquer culpas por ter traído a Jesus. É ou não é?

Afinal, acaso Jesus teria necessitado de um traidor para que fosse entregue á sanha dos fariseus? Ora, jamais! Bastaria que Jesus passasse a circular livremente por Jerusalém depois de cumprido seu tempo que teria sido capturado incontinenti, julgado e morto, segundo as profecias.

“Desde aquele dia, resolveram matá-lo”.  João, 11.53.

Depois da ressurreição de Lázaro, os fariseus escribas e príncipes do templo, que antes não haviam agido fortemente para promover o assassinato de Jesus por receio das multidões que o seguiam,  ficaram altamente alarmados e acabaram por perder o medo das multidões: O gigantesco prodígio realizado por Jesus ao ressuscitar um morto de quatro dias havia tirado da tradição judia mais uma multidão a favor da “seita do Nazareno”. Sendo assim, na ótica dos homens do templo era preciso anular o poderoso e carismático Jesus e tudo o que ele significava antes que as coisas piorassem, mais ainda, de outra forma o domínio religioso deles imposto ao povo pela tradição deles se desmancharia.

“Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, vendo o que fizera Jesus, creram nele. Outros, porém, foram ter com os fariseus e lhes contaram dos feitos que Jesus realizara. Então, os principais sacerdotes e os fariseus convocaram o Sinédrio; e disseram: Que estamos fazendo, uma vez que este homem opera muitos sinais? Se o deixarmos assim, todos crerão nele; depois, virão os romanos e tomarão não só o nosso lugar, mas a própria nação”.  João, 11.45 a 48.

Então, não teria sido preciso Judas algum para que Jesus tivesse sido entregue aos judeus e depois imolado.

Por várias vezes, Jesus estivera nas mãos dos fariseus que queriam matá-lo, mas ele havia se safado de modo misterioso, parecendo ter ficado invisível, pois como nos revela o Evangelho não havia chegada a sua hora, mas depois da última ceia e das despedidas de seus amigos ele sabia que chegara a sua hora, e o personagem Judas o traiu segundo a vontade dele. Judas poderia ter-se arrependido de sua intenção logo após a última ceia. Mas sem que tivesse acontecido a traição de Judas, Jesus bem poderia ter circulado pelas principais ruas de Jerusalém e preso naquela mesma noite.

Se Judas tivesse sido criado pelo Senhor já com a sina da trair Jesus, a incrível teoria do destino seria uma verdade. Como dizem os ingleses: no fate: destino não existe. Se Adão e Eva tivessem sido criados por Deus já com o destino de comerem da árvore proibida, a sabedoria do Criador poderia ser contestada e as Escrituras por inteiro cairiam em descrédito. O mesmo se deu com Lúcifer, o mais brilhante dos anjos de Deus. Lúcifer só rebelou-se contra o Criador por vontade própria, assim como seus seguidores.

Adão e Eva (assim como todos os viventes) foram criados ansiando por Deus em seu coração, mas com a mãozinha sempre presente de Satanás que lhes despertou a cobiça, como também por conta de terem sido criados com a capacidade de poderem escolher entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, acabaram por sucumbir ao optarem pelo mal, pensando ser mais vantajoso. Isso invalida a teoria do tal destino.

Há algum tempo, aqui em São Paulo, na suntuosa Avenida Paulista, às 8h45, uma moça caminhava pelas largas calçadas. Mas já bem próxima de seu local de trabalho, do alto de um dos edifícios em construção caiu um carrinho de ferro de construção sobre a cabeça dela. Ela morreu instantaneamente.

Ora, pergunto aos que creem em destino: Aquela jovem foi criada por Deus já com o destino de morrer daquela maneira trágica, naquele local e naquela hora? Não! A jovem morreu porque cruzou o lugar errado na hora errada, como dizem, e tudo não passou de uma infeliz fatalidade.  Deus criou a tudo, mas ele não fica a todo momento interferindo no curso das coisas do mundo. Tudo segue segundo as leis régias da Natureza criada por ele. 

Vamos considerar sobre isso? Dizem os descrentes: Onde estaria Deus quando tal tragédia ocorreu, matando milhares de inocentes? Onde está Deus que não se importa com tanto sofrimento na terra, com tantos inocentes sucumbindo? Onde está Deus que não socorre a tantas milhares de pessoas só pele e osso ao longo do Rio Níger?

Quanto à jovem morta na Avenida Paulista, perguntaria alguém: o Deus da bondade e da misericórdia que ama seus filhos, sua Criação não poderia ter agido para que aquela moça se adiantasse ou atrasasse seus passos no mínimo um só metro? 

Eu mesmo respondo: Por conta de que Está Escrito que Deus não faz diferença de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele, eu digo que se  o Senhor Deus tivesse interferido para que aquela moça não fosse  envolvida naquela fatalidade, teria de agir assim com Todos os Mortais.  

Então, raciocinando-se: Segundo a Bíblia que revela que todos somos iguais perante Deus, e se ele interferisse no curso da Natureza para que aquela moça não sofresse aquela tragédia, ele, o Senhor, teria de agir da mesma forma com todos os mortais.


Dessa forma, Hitler não teria assassinado um só israelita, pois Deus estaria lá para evitar a grande tragédia. Nas guerras não pereceria um só soldado. Os terroristas suicidas não causariam mais nenhuma morte. Nos acidentes e incidentes de automóveis não morreria uma só pessoa, por isso os motoristas abusariam muito mais da velocidade. Os aviões nunca mais cairiam, sendo assim, não se precisaria mais as frequentes revisões nos aviões nem de todas as demais medidas de segurança. Não se precisaria mais de polícia, pois bandido nenhum conseguira nos matar.  Os esportes perigosos poderiam ser muito mais perigosos e abusados, pois os atletas estariam seguros pela interferência de Deus. 


Não teríamos de nos preocupar mais com a camada de ozônio, pois Deus protegeria um a um dos raios ultravioletas. Nos terremotos, tempestades, incêndios e maremotos não pereceria uma só pessoa. Nem os papas católicos teriam conseguido executar pelo fogo e enforcamento centenas de milhares de “infiéis” da Igreja. Os mendigos não morreriam mais de fome ou de frio, pois Deus estaria com eles. Os suicidas kamikaze não teriam conseguido afundar um só navio com americanos. Os americanos não teriam assassinado uma só pessoa em Hiroshima e Nagasaki, com as bombas atômicas em 6 de agosto de 1945, pois Deus estaria com aquelas populações das duas cidades, da mesma forma que estaria com aquela moça da Avenida Paulista e por aí afora.

Enfim, se Deus interferisse em todos os momentos para evitar males que ocorrem a cada segundo pelo mundo, quase todos pela culpa do homem ganancioso, prevaricador e omisso, a Terra seria um paraíso! Poderíamos abusar de todos os perigos  e esnobar da segurança, pois Deus e seus anjos estariam por todo o tempo nos protegendo individual ou coletivamente!

Notaram? Deus NÃO PODE INTERFERIR NA NATUREZA a todo momento, mas pode interferir quando é invocado pelos crentes para ativar o seu Poder através da fé, da fé verdadeira que têm somente os puros de coração, os passivos, os que guardam os Mandamentos de Deus, aqueles que creem e confessem ser Jesus o Senhor, e vivem seu Evangelho!

A respeito disso, uma reportagem inserida no jornal  “O Estado de São Paulo”,   na página A2, do dia 18 de outubro de 1994,  com o título  “A Criação, obra de Deus”,  assinado por dois cientistas da NASA e do INPQ:  Walter Gonzalez e Antônio R. Formággio, que disserta sobre o Criador e a Criação. Vamos a um pequeno trecho:


 (...) Considerando que Deus criou o Universo e as leis que o regem, não será necessário pensar que ele tenha de intervir, também, em cada fase evolutiva, deixando as marcas para que o homem venha a descobri-las! Se assim fosse, haveria até uma contradição na atuação Criadora do Universo e das suas leis por parte de um Deus que teria de ir retificando a cada passo evolutivo o plano inicialmente por  ele criado. 


A reportagem integral você lê em meu blog:



http://ouniversodedeussegundoasescrituras.blogspot.com.br/

Para melhor entendimento, eu costumo comparar Deus a fios elétricos de alta tensão. Os fios ficam lá no alto das grandes torres, parecem inertes, mas carregam uma força poderosa que pode movimentar grandes cidades ao mesmo tempo.  Essa força é poderosa, mas também invisível como Deus, mas só podemos nos beneficiar da energia se nós ativarmos os fios elétricos, indo até eles e buscando a energia para nosso uso.

Assim é Deus. Está no alto, é invisível, mas poderosíssimo. Parece estático quanto às coisas da Terra. Faz a Natureza seguir seu curso previamente estabelecido por ele na Criação, mas os que o buscam com fé podem ativar o poder proveniente dele que faz até interferir no curso da Natureza, que são as realizações de milagres cristãos, o inefável combustível do cristianismo.

Por isso, se um fiel seguidor de Jesus orar pela manhã, com fervor e contrição, pedindo proteção naquele dia para ele e para sua família (e agradecer à noite) apesar de que também os cristãos estão sujeitos a problemas ou tribulações, dificilmente ele e seus familiares se depararão com qualquer tragédia grave ou fatal, ou mesmo cruzarão o lugar errado e na hora errada. Dificilmente tomarão um avião que poderá cair ou um ônibus que poderá capotar pelas ribanceiras.

Assim, Judas Iscariotes agiu segundo sua própria vontade. Na sua ambição de ter, vendeu a Jesus por dinheiro, e não por ambições políticas.

Ainda há a observar que Judas escolheu, pessoalmente, o dia em que Jesus seria entregue. Poderia ele não ter entregue a Jesus naquela quinta-feira á noite. Escolhendo esse dia, Jesus foi julgado, condenado e morto no dia seguinte, uma sexta-feira, e como Jesus já tinha profetizado que ressuscitaria ao terceiro dia, acabou por ressuscitar num domingo, um dia de trabalho normal, na época. Se Judas tivesse entregue Jesus aos homens do templo numa quarta-feira, por certo Jesus teria ressuscitado num sábado. 

Mas Jesus jamais poderia ter ressuscitado num santo sábado  e vamos ver porquê.

No episódio da ressurreição de Lázaro, quando Jesus bradou: “Tirai a pedra”,  esse fato jamais poderia ter acontecido num santo sábado, pois o ato de retirar a pedra demandaria esforço físico não compatível com a santificação do Sétimo Dia observado pelos primeiros cristãos (Lucas 4.16) (Lucas 23.55) (Atos 13.41) (Atos 16.13), isso porque além do grande esforço de remover a pesada pedra que fechava o túmulo de Lázaro, ainda havia o esforço físico para remover a grossa camada de barro  que vedava o túmulo de Jesus.

Assim, também, em nome da Verdade e do real cumprimento da Palavra de Deus, na sua essência, Jesus nunca poderia ter ressuscitado num sábado, pois uma grande e pesada pedra vedava o túmulo emprestado a Jesus,  de inviável remoção no dia do Senhor, e assim teria de ter ressuscitado num dos seis dias de trabalho da semana, como de fato aconteceu.

E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande. Marcos 16:4

Alguns podem até zombar afirmando que não havia problema de os anjos removerem a pedra num sábado. mas o Senhor. Perfeitíssimo e Altamente Coerente, não aceitaria os anjos nos dando mau exemplo ao realizarem esforço físico aos sábados.


Então, por isso mesmo Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana, pois na Bíblia, desde Gênesis ao Apocalipse, jamais encontraremos uma só palavra DOMINGO, pois isso foi invenção do papado romano de Satanás



A palavra DOMINGO, vem do latim "Dies Dominicus", e era dia de festa dos romanos que o tinham como DIA DO SOL, astro esse muito venerado pelos romanos e absorvido pelo papado Romano para agradar a Constantino,  um falso cristão, imperador romano do início do século IV.  A respeito de ser um falso cristão, provas em meu blog:

http://resumosobreasraizesdaigreja.blogspot.com.br/


A ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA DO CONCÍLIO LAODICÉIA, NA BUSCA DA VERDADE SOBRE SÁBADOS E DOMINGOS.



Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Por que o bispo de Roma, especificamente Libório, nomeado pelo clero católico de hoje como Papa Libório, no ano 364 da era cristã, convocou um Concílio denominado CONCÍLIO DE LAODICÉIA? 

Porque a convocação e o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA DESMENTE CATÓLICOS, ORTODOXOS E ATÉ EVANGÉLICOS que alegam que após a Ressurreição de Jesus a Igreja Primitiva passou a trocar o sábado pelo domingo.  Nada mais que UMA MENTIRA INFERNAL, pois está provado que pela existência do CONCÍLIO DE LAODICÉIA, OS CRISTÃOS GUARDARAM TODOS OS SÁBADOS ATÉ O ANO 364, PORTANTO 332 ANOS APÓS E RESSURREIÇÃO DE JESUS, quando, então foi completamente proibida a guarda do sábado a favor do domingo, sob decreto e de severos castigos, e até ameaça de excomunhão,   a qualquer cristão que teimasse em continuar com a guarda do sábado.

Sabe-se que o papado romano, antes de Napoleão ter fechado o Vaticano e encarcerado o Papa Pio VII, depois da morte dele, Napoleão, o clero católico tentou reativar a Pavorosa Inquisição, mas por conta do iluminismo, da descrença na tal excomunhão eterna, o mundo não permitiu.

As fontes sobre o resultado deste importante CONCÍLIO DE LAODICÉIA são extensas e não há como negar a autenticidade, apesar da ardilosa sagacidade dos papas romanos que negam a existência, tanto do Concílio de Toulouse, pelo qual foi criado a pavorosa Inquisição Católica, como também não consta em sua listagem o CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que prova que os cristãos só passaram a guardar o domingo no lugar do sábado a partir do resultado desse concílio. 

Ainda bem que sempre tivemos a presença dos REMANESCENTES, aqueles realmente da Bíblia, somente da Bíblia, que praticaram a OBEDIÊNCIA a Deus Pai procurando guardar TODOS os seus 10 mandamentos:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Além da História Universal, das grandes enciclopédias mundiais, há dezenas de autores que atestam a existência dos Concílios de Toulouse e de Laodicéia, não constantes dos 21 concílios católicos, exatamente por que a existência deles desmente a doutrina católica. Vamos a alguns deles:

A HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH:  Charles Joseph Hefele. Teólogo que exerceu a função de bispo em Rottenburg, Germany.
SANTOS E PECADORES. Eamon Duffy.
BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS.      Ralph Woodrow. 
 OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA.     Jeovah Mendes.1997.
O PAPA E O CONCÍLIO. DE TAYNE.            Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS.            Earle E Cairns.  1977.


Portanto, com todas as fontes existentes que provam a autenticidade do evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, só podem ignorar os fariseus modernos e os hipócritas que se apegam mais à sua doutrina que à Palavra de Deus Escrita, cujo resultado desse concílio foi UMA TREMENDA AGRESSÃO A DEUS PAI, às suas leis que nunca mudam, a um Deus que declarou que ele não muda (Malaquias 3:6) pelo menos em suas promulgações à Humanidade, como jamais mudou em suas severas promulgações ao primeiro casal, que na época representava a Humanidade, pois os castigos respingam em nós outros até hoje, e mesmo com a Vida do Jesus do Amor, que se emocionava e até chorava vendo a miséria humana, mas por conta de um  Deus Pai que nunca volta atrás em suas promulgações, infelizmente nada pode fazer a respeito de pelo menos abrandar as dores do parto.

Mas por que isso? Por que o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA foi tão importante na vida do Cristão?  Havia décadas, antes do Concílio de Laodicéia, que os bispos de Roma tentavam se desligar completamente dos judeus, os “assassinos de Cristo”, e por isso mesmo pretendiam se desvencilhar do item mais importante que os incomodavam: o Sétimo Dia, o sábado sacratíssimo para os judeus.

Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Até Martinho Lutero herdou esse ódio contra os israelitas judeus, o povo de Deus:

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  Fonte: John Hagee, Grande empreendedor para a união entre cristãos e judeus, em um de seus 21 livros escreveu a respeito de Lutero: ‘Should Christians Support Israel? página 167.

O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.”  Fonte:  “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 

William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265;

Portanto, irmãos católicos, ortodoxos e evangélicos, DE NADA ADIANTA inventar o domingo no Evangelho, pois isso é uma grossa mentira.



Portanto, a palavra DOMINGO nunca existiu nem existe na Bíblia por inteira.

Judas não se arrependeu da maneira como se arrependeram o rei Manassés, Davi ou Salomão, pois pendeu mais para o lado de Saul, que também se suicidou (I Samuel 31.40. Ao invés do arrependimento verdadeiro, Judas remoeu-se em perturbações e em remorsos que o levaram ao desespero. 

As cinzas se queimaram para ele que acabou por lançar as 30 moedas (que davam para comprar uma propriedade, na época) no chão do templo. Ele não se arrependeu como Simão Pedro que também trairia a Jesus. Pedro não se contorceu em remorsos, mas procurou a graças da bondade de Deus que perdoa os sinceramente arrependidos, sem a mínima necessidade de intermediários humanos de espécie alguma.

“Mas se o ímpio fizer penitência de todos os pecados que cometeu, se passar a guardar todos os meus preceitos e proceder com equidade e justiça, certamente viverá e não me lembrarei mais de nenhuma das iniquidades que praticou”. Senhor Deus, em Ezequiel, 18.21,  nos mostrando que as penitências têm que acontecer aqui na Terra e não num lugar fantasioso, criado pelos homens do catecismo.

 “Bem-aventurado o homem a quem Deus não imputará pecado”. Romanos, 4.8.

“Eis que ficaste são. Já não peques mais para não te acontecer coisa pior”. Advertência  de Jesus, em  João, 5.14. Jesus disse o mesmo no episódio da mulher adúltera.

“Eis que ficaste são”. O que significa: A partir de agora, eis que estás livre de teus pecados.

Se Jesus afirmou ao pecador que acabara de ficar são, sem pecado, e sabendo-se que o Senhor não perdoa apenas pela metade, assim não haveria como Deus aplicar-lhe, depois, um castigo como complemento ao perdão. Jesus o havia sarado de seus pecados e, dali pra frente, só dependia do curado a própria salvação dele. Por isso, é ridícula a invenção do tal Purgatório católico.

“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã”.  Isaías, 1.18

“Também, de nenhum modo me lembrarei de seus pecados, para sempre”.  Hebreus, 10.17, que revelam a bondade de Deus.

“Se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.  I João, 1.9. Confessar ao Senhor, pois no Evangelho não há alusões alguma de o arrependido se confessar a um diácono ou a um bispo, características sacerdotais da época. 

Então, não se valendo Judas do perdão de Deus, por escolha pessoal do pecador - que segue ao arrependimento sincero e votos de nunca mais repetir tais pecados -, ele preferiu remoer-se em perturbações, remorsos e, tal como Saul, acabou por suicidar-se.


No caso de Adão e Eva, as cinzas se queimaram para ambos e essas cinzas do passado sempre estiveram a se queimar para nós, até hoje. Mas não temos o direito de recriminá-los. A respeito disso, criei uma interessante historinha, bem ao caso, de modo que até uma criança possa entender o pecado do primeiro casal, a expulsão de um Paraíso de sonhos e suas conseqüências milenares.

O Criador criou um Paraíso Terrestre dos mais belos sonhos para Adão e Eva, mas os havia avisado das tristes consequências se comessem da árvore da vida, um teste de Deus:

“E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.     Gênesis, 2.15.

Vamos trazer para os nossos dias o que ocorreu com Adão e Eva:

Numa grande fazenda moravam e trabalhavam marido e mulher, ambos ainda jovens. Não tinham filhos. Trabalhavam havia anos roçando e carpindo o mato entre as plantações, onde as máquinas não entravam. Diariamente, sob os raios de Sol ambos penavam com o calor, com os mosquitos, das cocheiras provocada pelas ramas do mato,  com as jornadas de trabalho estafante e com outros problemas do campo. Por isso, viviam a culpar Adão e Eva.

- Se Adão e Eva tivessem obedecido a Deus ainda hoje estaríamos no paraíso muito felizes e não neste inferno!

Um dia, o fazendeiro que possuía muitas fazendas, muito gado, muitos veículos, aviões, helicópteros, muitas plantações e conglomerados de agropecuária e agroindústria, muitas propriedades até nas cidades, soube das frequentes reclamações daqueles dois empregados.

Em decorrência de seus múltiplos negócios o fazendeiro estava sempre a viajar, mas um dia, descansando na fazenda mandou chamar o casal e surpreendeu-o notavelmente com uma grata notícia:

"Amigos, vocês foram escolhidos entre os milhares de empregados que tenho para receber um prêmio gratuito pelos seus muitos anos de trabalho e dedicação. A partir de agora, vocês vão viver aqui na sede com todo o conforto possível. Serão hóspedes permanentes com acesso livre a todas as minhas propriedades. Vocês terão as melhores vestimentas e adereços e sua vontade será lei sobre todos os meus serviçais e até às chefias
- A sala de música, a biblioteca, a sala de filmes, o salão de jogos, as piscinas, as quadras de esporte, de tênis, as saunas, as salas de fisioterapia, de ginástica, a boa cozinha, os bons vinhos estarão todos sempre à sua disposição. E assim, com todas as regalias e com todo o conforto possível creio que serão felizes.
Além disso, vocês terão acesso até aos meus carros com motorista e até curtir viagens em meus aviões e helicópteros. Basta ordenar que o piloto levará vocês a belas praias, a Ilhas distantes ou aonde quiserem. Nada, mas nada mesmo lhes faltará. A casa é de vocês e fiquem completamente à vontade.
Como eu disse, todas as portas dessa fazenda estarão permanentemente abertas para vocês, mas menos uma. Quanto a isso, agora igam-me".

O fazendeiro levou o casal até o pavimento superior e mostrou-lhes uma dependência cuja entrada tinha uma grossa porta de jacarandá maciço. na cor dourada e com um grande ponto de interrogação gravado em baixo relevo.

- Estão vendo essa porta?  Sentem-se que quero dizer algo importantíssimo a respeito dessa porta.

Todos sentados, e o fazendeiro de frente para eles, olhou fixamente para o casal, e num tom de voz firme e autoritária advertiu:

- Os dois gravem bem o que vou dizer, pois só falarei uma vez:  Esta fazenda toda é é se uso completamente livre para vocês. Depois de mim vocês é que mandam e desmandam. Podem abrir e usar todas as portas de todas as dependências, menos essa porta dourada. Aconteça o que acontecer, jamais abram essa porta, pois se o fizerem a maldição cairá sobre ambos. Portanto, cuidado! Muito cuidado! Se vocês desobedecendo me desrespeitarem terão de voltar à sua vida antiga novamente.
- Tudo bem entendido?
- Perfeitamente, respondeu o casal.

A partir daquele memorável dia, ao viverem com todo o luxo e conforto como se fossem príncipes no palácio de reis, a princípio ambos não se interessaram pelo quarto misterioso e sua porta dourada.
Por meses ambos  viveram plena vida de príncipes: As melhores vestimentas, belas viagens, excursões e cruzeiros. Prazerosas pescarias em alto mar. Excelentes refeições nos melhores restaurantes,assistência médica e dentária, tudo por conta do patrão. Mas muitos meses depois, completando quase um ano, quando ambos se acostumaram àquela vida regalada se lembraram com mais ênfase do segredo da tal porta dourada com o sinal de interrogação.  Ambos haviam passado inúmeras vezes frente àquela porta sem nunca se importarem com ela, mas agora o segredo que a encerrava começava a intrigá-los e com o passar do tempo passou a perturbar a mente deles.

Um dia, antes de dormir, o marido perguntou à mulher:

- Que tens? Pareces preocupada. Estás muito pensativa...

- Marido, eu estava pensando no que pode haver por detrás daquela porta dourada...

- Nem penses! Nem penses numa coisa dessas! Ficastes maluca? Tens tudo e ainda procuras confusão? Tu te esquecestes do que disse o patrão? Não brinque com fogo, mulher, pois vais acabar nos queimando!

Em suas frequentes visitas à cidade, ambos preferiam o conforto de um café, o melhor da cidade, que tinha mesas na varanda e uma bela praça defronte, com muitas árvores acomodando, em volta, um jardim muito bem cuidado, além de um belo chafariz.

Nesse café fizeram um amigo. Num desses dias, sentados à mesa do café, um jovem belo, cativante e muito carismático, sempre vestido na melhor das modas e com gestos finos que indicavam ter ele nascido na nobreza, aproximou-se da mesa do casal e com um sorriso cativante pediu para sentar-se ao lado deles.

O jovem era dotado de plena perfeição corporal; extremamente prestativo e inteligente, culto, arguto a toda prova e demonstrava ser abastado. Logo de cara conquistou a simpatia do casal e se tornaram bons amigos.

Depois de muitos encontros, um dia, tanto por conta das melhores bebidas, como também pelos fortes laços de amizade com seu cativante amigo, o casal lhe confidenciou a questão da porta dourada e a gravidade do aviso do patrão que lhes impedia de entrar naquele  quarto misterioso.

O jovem carismático passou a demonstrar genuíno interesse pela narrativa do casal.

- Mas, afinal, o que realmente seu patrão lhes recomendou a respeito daquela porta?

- Ele nos proibiu de abrir aquela porta, aconteça o que acontecer,  pois se o fizermos teremos de vestir trapos e voltar a trabalhar no pesado.

- Mas que cretino esse seu patrão! Digam-me, há quanto tempo o conhecem?

- Há uns 18 anos.
- Pois eu lhes digo que conheço o seu patrão bem mais do que vocês possam imaginar, por isso lhes pergunto: Vocês chegaram a notar que sua imagem, sua silhueta, seu rosto, seu cabelo não mudou nada nesses 18 anos em que o conhecem?
Por alguns instantes ambos permaneceram estáticos, visivelmente surpresos, tentando absorver a colocação de seu amigo.
- Ora, é mesmo! exclamou a mulher. Vejam só! Nunca havíamos pensado em tal coisa, mas agora que você nos alertou, vejo que tem razão. Até parece que ele não envelhece! Será ele um tipo de Dorian Gray?
 - Exatamente, meus diletos amigos! Aí está a coisa toda! Parece-me que seu patrão descobriu a fórmula da juventude. Parece que vai ficar sempre com a aparência de uns 35 anos, quando sei que ele tem muitos, mas muitos anos a mais.
 Digo-lhes eu que o segredo está atrás daquela misteriosa porta. Eu mesmo gostaria muito de saber sobre isso. Quem não quer ser imortal? Esse sempre foi o maior desejo de todos os mortais e é o meu também, como também deve ser para ambos.
O casal ficou aturdido. O personagem amigo lhes deu tempos de reflexão para que meditassem e se recompusessem da surpresa.
- Estão vendo? Todos os negócios que seu patrão realiza se tornam um sucesso com grande retorno financeiro. Parece ser o Rei Midas, pois tudo o que toca vira ouro!  Creio que o segredo da gigantesca riqueza dele e da fonte da sua juventude eterna, por assim dizer, e estão por trás daquela porta dourada. Por isso mesmo ele não deseja, de forma alguma, que ela seja aberta por vocês ou por qualquer outra pessoa.
O carismático personagem amigo deu mais um tempo de meditação ao casal enquanto recebia mais uma dose de malte escocês da garçonete. Enquanto isso, com um sorriso deveras cativante ele curtia o silêncio perturbador do casal amigo.
- Digo-lhes com toda a certeza: Se vocês abrirem aquela porta misteriosa, por certo, descobrirão os segredos de seu patrão, sendo os principais deles muita riqueza e a fonte da vida plena e duradoura, que talvez nunca se acabe.
O jovem amigo fixou o olhar no casal e mudou o tom de voz:
 - Conhecendo seu patrão mais que vocês, digo que se fizerem tudo direitinho ficarão mais ricos que o rei Salomão e ainda imortais como ele.
O casal continuou completamente perplexo. Aquelas revelações incríveis explodiram dentro deles e parecia que tinham tudo a ver!

Depois de alguns dias, após o jantar, após ambos assistirem aos noticiários da T e uma novela, de volta aos aposentos, a mulher espetou o marido de forma forte pela primeira vez:

- Meu bem, que tal a gente abrir aquela porta?
- O que? Ficastes maluca? Sai pra lá, mulher! Perdestes o juízo? Já não tens tudo e agora queres arrumar confusão? Por que arriscar a ter mais? Já temos tudo e ainda queres mais? Lembra-te de onde viemos. Queres retornar àquela vida desgraçada e miserável?

A mulher permaneceu em silêncio enquanto ajeitava sua maquiagem com a ajuda de um espelho portátil, mas depois voltou à carga:

- Sim, temos tudo do bom e do melhor, mas nada temos registrado nas escrituras públicas e, principalmente, estaremos a envelhecer com o tempo e ainda sem segurança alguma se pensarmos no futuro.

- Chega, mulher! Nem quero ouvir mais tuas conclusões, pois vais acabar nos metendo em grossa confusão e em grandes apuros.

- Meu bem, eu já tenho 32 anos e você 35, mas daqui a pouco estaremos velhos e enrugados e se temos chance de mudar isso, por que não fazer? O pode ser mais importante que não envelhecer?

- Mulher, a eternidade só poderá vir na outra vida, nunca nessa.


Passaram-se vários meses. Nesse tempo, progressivamente a mulher foi ficando tão persistente e seus argumentos tão convincentes, principalmente porque passou a dificultar as relações conjugais, que o marido que muito a amava e a desejava acabou se rendendo a ela. Um dia, resoluto, finalmente ele decidiu-se a abrir a misteriosa porta.

Escolheram um dia em que o patrão havia viajado num dos seus jatos, dispensaram todos os serviçais, menos o seu motorista. Como não havia uma chave que abrisse a misteriosa porta, pediram ao motorista que fosse até a cidade e trouxesse um chaveiro e suas ferramentas. Pediram ao chaveiro que apenas destrancasse a porta, mas que em hipótese alguma a abrisse. Sempre acompanhado pelo casal, o chaveiro obedeceu. Enquanto o motorista levava o chaveiro de volta à cidade, com as mãos trêmulas, depois de entreolharem-se por alguns segundos, o casal girou o trinco e abriu a porta vagarosamente.
Ao ser empurrada a porta que se abria para dentro, ela tocou em algo e seguiu-se, então, um forte e ensurdecedor ruído de uma sirene de alarme, seguido do barulho de vidros quebrados espatifando-se pelo chão de cerâmica. Vasos a mais vasos de vidro trabalhados e de louças decorada havia sido colocados estrategicamente para que se quebrassem todos se a porta se movesse.
 Os dois ficaram absolutamente assustados, perplexos e desorientados. Ao adentrarem o quarto, perceberam que nada havia naquele quarto senão vasos de vidro e de louça  espatifados pelo chão. Coloridos vasos de vidro de todo tipo, muitos trabalhados com jatos de areia estavam em pedaços.
Depois de terem cortado os fios da barulhenta sirene, servindo-se do motorista que já retornara, correram para a cidade tentando achar vasos de vidro que substituíssem os quebrados, mas em vão. Não havia vasos de vidro ou de louça iguais aos quebrados. Foram a outra cidade de helicóptero, mas também não encontraram, pois as peças que se quebraram deviam ser importadas.
Dias depois chegou de volta o patrão. Ao encontrá-los percebeu que estavam tensos.

- Que há com vocês? Não se sentem bem?

Depois de alguns instantes de reflexão, agora com o semblante fechado e ríspido, olhando fixamente para ambos, o patrão indagou:

- Acaso vocês ousaram abrir a porta proibida?
- Patrão, tentou desculpar-se o marido, sinto muito. Minha mulher me tentou tanto que acabei por abrir a porta.
- Raça de fariseus hipócritas! Não tinham nada, mas passaram a ter de tudo, mas por sua cobiça em ter mais, agora perderam tudo. Amanhã cedo vão voltar à sua cabana e terão de trabalhar duro para pagar o seu sustento. Você, mulher, que antes recebia as marmitas  prontas de alimentos na roça, agora vai ter de cozinhar seus próprios alimentos depois do trabalho no campo, e você marido, em vez de oito horas de serviço vai trabalhar nove.  E fica aqui uma severa advertência: Se eu souber que voltaram a criticar nossos pais Adão e Eva, nem que seja uma só vez, nem emprego terão mais, nem aqui, nem em lugar algum, pois cuidarei para que isso aconteça.

As cinzas se queimaram para ambos!

 “TEQUEL: Pesado foste na balança e achado em falta”.  Daniel, 5.27

“Assim, observarei de contínuo a tua lei, para todo o sempre. E andarei com largueza, pois me empenho pelos teus preceitos. Também falarei dos teus testemunhos na presença dos reis e não me envergonharei. Terei prazer nos teus mandamentos, os quais eu amo. Para os teus mandamentos, que amo, levantarei as mãos e meditarei nos teus decretos”. Salmos, 119. 44 a 48.

As cinzas se queimaram na Igreja com o nobre inglês John Wycliffe, século 14, antes clérigo católico, doutor em Teologia, embaixador, professor universitário e o primeiro a acusar os desmandos do clero e a conveniente fuga católica da Palavra Escrita,  e ainda o primeiro a ousar desafiar os papas reis do mundo e a traduzir a Bíblia para a língua  Inglesa.  Tal feito ninguém havia se proposto a fazer, pois resultaria na pena de morte nas fogueiras de Satanás. Tudo acompanhado de vastas fontes históricas. 

 John Wycliff, um ousado e corajoso servo de Deus  
 http://johnwycliff-umcorajososervodedeus.blogspot.com.br/

Sempre admirei Wycliff porque foi o primeiro homem a enfrentar, peito o papa Gregório 11, século 14, o Chefe da terrível Inquisição católica, pela qual centenas de milhares de pessoas foram executadas em "O Nome do Senhor", e sus coragem foi herdade por outros frades dissidentes católicos, sendo o primeiro John Huss e como ele, Wycliff deu a partida para a SEPARAÇÃO, para Lutero ficou mais fácil a Reforma, se bem que Lutero não foi um evangélico.





 Infelizmente, Lutero, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, não conseguiu desligar-se completamente da mais que secular doutrina católica de tantos erros. Continuou a chamar a santa em vida, a mãe de Jesus de “Mãe de Deus” nascida “sem o pecado original” e prestando culto a ela. Gottfried Maron. Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do  Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.

As considerações finais de Lutero que mostram a continuação à idolatria mariana foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte. 
Por conta de sua antiga tradição católica romana, Lutero manteve a missa católica, com paramentos católicos e tudo o mais, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.
Lutero, que também guardava o domingo católico, atropelou as Escrituras em suas teses: “Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”.  (que grande tolice). Ainda bem que com o passar do tempo as novas fundações das congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, mas, infelizmente, o maior dos erros de Lutero, o mais afrontoso, não foi abolido: o corte da lei do sábado pelo papado romano do engano satânico:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.
Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  Idem, idem.

“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santas. Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?   Satânica missão, com certeza absoluta!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.
  
 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho”.  Atos 20:29.

Lutero conservou, também, a ridícula crença no tal Purgatório das almas penadas, como também, em sua tese 29, aprova  santos e santas “santificados” pelo papado romano.  Mas onde e como, então, o sábado santo de Deus foi sendo abolido para dar lugar ao tal domingo?

Como o domingo começou a ser idealizado pelos papas romanos como "substituto" do Sábado Santo e abençoado de Deus?

No dia 7 de março de 321, o imperador romano Constantino (que certamente agia sob a orientação de Satã, como veremos) promulgou a primeira lei civil romana acerca do domingo. Ele decretou que todas as pessoas do império romano, exceto fazendeiros ou agricultores, teriam de descansar no domingo. Juntamente com outras cinco leis decretadas por ele, estabeleceu o Dia do Sol romano, o domingo, como um precedente legal para todas as legislações civis relativas a respeito do tal domingo (que na época tinha o valor de uma segunda-feira de hoje). Com o passar do tempo, a cada concílio católico o sábado ia sendo desvalorizado a favor do tal domingo, e esse cada vez mais valorizado, por conta de Satanás, cujo objetivo maior era corromper o Decálogo de Deus. Por tudo isso, por conta, também do braço forte do papado romano do engano satânico, infelizmente, por conta, também, dos graves erros de Lutero, esse gravíssimo erro bíblico do corte do Quarto Mandamento perdura até nossos atuais, de modo inconcebível, infelizmente sendo acatado inteiramente pela quase totalidade dos evangélicos que se dizem “da Bíblia, somente da Bíblia!”. Mas o certo é que, na prática, são “Da Bíblia, mas mais ou menos da Bíblia”.

Essa história, sem fundamentos, propagada por católicos, ortodoxos e evangélicos a respeito de que a Ressurreição de Jesus teria ocasionado a "exclusão" do Quarto Mandamento de Deus, o do Sétimo Dia, caracteriza- se como um grande estelionato religioso, o maior de todos os tempos, um atentado grave à Palavra Escrita de Deus, pois tanto católicos, ortodoxos e evangélicos alegam que a partir da Ressurreição de Jesus os apóstolos teriam levado o povo cristão a guardar o domingo. Simples assim, como se isso pudesse ser possível!

 Como já mostramos acima, esta é A MAIOR ENGANAÇÃO DO MUNDO, pois a História Universal e as Raízes da Igreja nos revelam que o atentado contra o sábado, que finalmente deu certo, realizado pelo Papa Libório (marcação católica), aconteceu somente no ano 364, ou seja: 331 anos após Jesus, pois o Papa (ou Bispo de Roma) Libório conclamou um concílio, denominado Concílio de Laodicéia e ali foi realizado o grande sonho dos clérigos: desligar-se o máximo possível da religião dos judeus, por puro ódio, exatamente por causa do papado romano que sempre odiou e espalhou pelo mundo esse ódio aos judeus, nossos irmãos, segundo Jesus e segundo Efésios 2:14 a 16:


“Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz e, pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades”.  Efésios 2:14-16


E assim, o resultado do Concílio de Laodicéia aconteceu como pretendido: A guarda e a santificação do Sétimo Dia de Deus FOI COMPLETAMENTE PROIBIDA e, para assegurar, mas ainda, a "derrocada" do sábado, foram promulgados severos castigos a quem ousasse continuar a guardar o sábado.

Então, segundo a História e segundo as Raízes da Igreja, os cristãos só deixaram de guardar o sábado a partir do ano 364 de nossa era, e não após a Ressurreição de Jesus. Fontes abaixo, no livro O Papa e o Concílio.

Mas permaneceram os REMANESCENTES, os da Bíblia, somente a Bíblia, que não se dobrando aos poderes terrenos, preferiram ser executados nas fogueiras de Satanás a dobrar-se perante os servos dele: os papas católicos.

O cristianismo sempre dependeu dos REMANESCENTES, os escolhidos de Deus Pai, como também depende hoje, pois por amor a Jesus, não aceitam de modo algum o tal domingo em suas vidas.

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Waldecy Antonio Simões   walasi@uol.com.br

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